Por trás dessas tendências tecnológicas, zetabytes (trilhão de gigabytes ou 1 seguido de 21 zeros) de informação compondo uma avalanche de dados a serem tratados, formando um fenômeno que passou a chamar-se Big Data. O universo digital, englobando todo o conteúdo digitalizado, atingirá este ano a marca de 1,2 zetabytes, segundo o IDC. A maior parte – 58,2% – é composta por conteúdos de mídia, enquanto outros 31,7% têm origem em câmaras fotográficas, e mais 10,1% são produzidos na captação de voz. Só 6,2% são conteúdos provenientes dos escritórios. O conteúdo digital global criado crescerá cerca de 30 vezes nos próximos dez anos – para 35 zetabytes, de acordo com a IBM.
De forma a tratar este Big Data e transformar dados em informação inteligente em tempo real, as empresas precisam lançar mão de poderosas e sofisticadas plataformas de Business Intelligence (BI) e Business Analytics (BA).
Em recente pesquisa - The CIO Study 2011, a IBM aponta para oito principais projetos que serão foco dos CIOs para os próximos três a cinco anos:
- Business Intelligence e Business Analytics;
- Soluções de Mobilidade;
- Virtualização;
- Cloud Computing;
- Business Process Management;
- Gerenciamento de Risco;
- Portais de Autoatendimento; e
- Colaboração e Redes Sociais.
- Media Tablets;
- Aplicações e Interfaces Móveis;
- Social Media;
- Internet Things;
- App Store e Marketplaces;
- Next Generation Analytics;
- Big Data Computing;
- In-memmory Computing;
- Extreme Low Energy Servers; e
- Cloud Computing.
No Brasil, de acordo com pesquisa da MBI, 20,9% das empresas usam os serviços de cloud computing, dos quais 6,5% estão testando nuvens privadas. 28,1% estudam adotar a tecnologia. Para 17%, a cloud computing é mais segura do que a TI processada internamente e para 40,5% a segurança é maior se for uma nuvem privada. Entre os aplicativos em fase de migração para a nuvem, a liderança é do ERP, seguido por HRM (recursos humanos) e CRM.
Soluções em mobilidade crescem em prioridade para 74% das empresas em nível global, segundo estudo da IBM.
De acordo com pesquisa da Forrester, como benefícios de soluções de mobilidade, as empresas esperam: aumentar produtividade dos colaboradores (75%); agilidade nas respostas e tomadas de decisão (66%); resolução mais rápida de problemas de clientes e internos de TI (48%); e satisfação do cliente (42%).
Quando se fala de utilização de redes sociais, segundo a InterSystems muitas empresas estão apenas adiconando camadas sociais a sistemas como ERP, CRM e HRM. Ao invés de incorporar deve-se integrar as características das redes sociais para se ter uma real Social Business. Com o surgimento da especificação OpenSocial 2.0 as redes sociais passam a gerar uma oportunidade genuína de integração dos departamentos e atividades funcionais nas empresas.
Como benefícios de Redes Sociais, segundo pesquisa da MBI, as empresas no Brasil esperam: divulgar marca e produtos (51%); melhorar comunicação externa (38%); novas oportunidades de negócio (24%); e melhorar comunicação interna (23%).


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