
As operadoras brasileiras expandem a cobertura de suas redes 3G — e os usuários reclamam de baixa velocidade, acesso ruim em áreas distantes e outros aborrecimentos — o mercado já discute a adoção das possíveis tecnologias rumo às redes 4G.
Na Europa, no Japão, na Coréia e nos EUA a adoção do LTE (Long Term Evolution) já faz parte da pauta das operadoras. O LTE é uma nova família de tecnologias (do WCDMA ao HSPA Plus, a família é baseada em CDMA, que chega, assim, ao seu limite teórico de capacidade de transmissão sem fio). O LTE, por sua vez, é baseado na tecnologia OFDMA, usada, por exemplo, na base das aplicações de TV Digital e Wi-Fi.
A operadora sueca TeliaSonera está construindo sua primeira rede, que cobrirá, num primeiro momento, a capital Estocolmo, com velocidades de pico de até 143 Mbps no downlink (download) e de até 75 Mbps no uplink (upload). Com essas velocidades, será possível a chegada de mais aplicações em tempo real, vídeos mais rápidos, TV interativa veloz e mais aplicações de voz.
Hoje, mesmo com as redes 3G, não se tem IP ponto-a-ponto para voz. Em aplicações de VoIP, ainda há um delay, que com o LTE ficaria imperceptível. Além disso, haverá a implementação de aplicações de games avançados, vídeo chamadas em grupo, ou seja, tudo que demanda muita banda.
A expectativa é de que o 4G, com LTE, trará mais banda e um tempo muito menor de resposta de latência da rede.
Na escala evolutiva, o LTE viria a ser adotado depois de toda a família HSPA, que já vem substituindo a tecnologia WCDMA inclusive no Brasil. Aqui, algumas operadoras já adotam tanto o WCDMA quanto o HSDPA, com incremento na velocidade do download, com picos de até 14.4 Mbps.
Há operadoras no Brasil, no entanto, dispostas a adotar, no curto prazo, a evolução HSUPA (com incremento no upload, com picos de até 5.7 Mbps). O próximo passo, será a adoção do HSPA (chamado de Plus ou Evolved), cujo mais recente release (lançamento) é o HSPA Plus 9.
No momento, já há operadoras, como a Telstra, na Austrália, testando aplicações comerciais do Release 7 do HSPA, com ganhos de velocidade na ordem de 1.8 vezes, quase o dobro da capacidade.
Na Europa, o primeiro teste comercial do HSPA 7 ocorreu no 1º semestre deste ano. A expectativa é que ainda em 2009 algumas operadoras no Brasil deem partida no processo de migração para o HSPA 7.
Enquanto isso, a padronização do release 8 da tecnologia, com aumento de velocidade, está sendo fechada no 3GPP (3rd Generation Partnership Project), com expectativa de conclusão dos trabalhos nos próximos meses.
O lançamento comercial da evolução está previsto para o início de 2010.
Depois, chegará o release 9, com o dobro de velocidade no downlink e no uplink, já que a tecnologia usa dois canais de frequência.
Na Europa, Japão, Coréia e Estados Unidos, a adoção da tecnologia LTE já faz parte dos pacotes de algumas operadoras.
O LTE atua em outra base e trabalha em outras faixas de frequências, que são novas. Espera-se, para o fim de 2010, a padronização das tecnologias de 4G, e para 2011 o reconhecimento destas.
Além da TelioSonera, na Suécia, nos EUA a AT&T já trabalha com testes de LTE em laboratório, na faixa de frequência de 700 MHz.
Já na Europa, a faixa escolhida foi a 2.6GHz. Lá, o lançamento comercial das redes LTE será em 2010.
No Japão, a operadora NTT DoCoMo, em parceria com a Ericsson, anunciou uma rede LTE em fase pré-comercial com velocidades de até 200 Mbps. Enquanto isso, a Qualcomm anunciou o lançamento de um chipset LTE para o segundo semestre deste ano.
No Brasil, o processo pode atrasar, porque é necessário o reconhecimento de faixas de frequência para tal aplicação. Em princípio, a banda escolhida será a mesma da Europa (2.6 GHz). A Anatel precisa, desde já, reservar a faixa de frequências, que vem sendo usada pelo MMDS (Serviço de Distribuição Multiponto Multicanal) das TVs por assinatura.
No curto prazo as operadoras brasileiras não terão interesse e condições financeiras de implementar a 4G no Brasil. Até hoje, a Claro foi a única que pagou pelas licenças adquiridas no leilão das frequências 3G.
Nos próximos anos, as operadoras não teriam condições de arcar com investimentos em redes novas. Mas até 2012 elas precisarão se mexer.
A Anatel disse que só se pronuncia a respeito de tecnologias depois de padronizadas. Para tanto, são feitas inúmeras consultas públicas.
No entanto, a agência já se mobiliza e convoca reuniões para que as discussões tenham início. As discussões levam tempo. Foi assim com o 3G e por isso o leilão das frequências atrasou. Mas ainda há um tempo de maturidade para o 3G.
Na Europa, no Japão, na Coréia e nos EUA a adoção do LTE (Long Term Evolution) já faz parte da pauta das operadoras. O LTE é uma nova família de tecnologias (do WCDMA ao HSPA Plus, a família é baseada em CDMA, que chega, assim, ao seu limite teórico de capacidade de transmissão sem fio). O LTE, por sua vez, é baseado na tecnologia OFDMA, usada, por exemplo, na base das aplicações de TV Digital e Wi-Fi.
A operadora sueca TeliaSonera está construindo sua primeira rede, que cobrirá, num primeiro momento, a capital Estocolmo, com velocidades de pico de até 143 Mbps no downlink (download) e de até 75 Mbps no uplink (upload). Com essas velocidades, será possível a chegada de mais aplicações em tempo real, vídeos mais rápidos, TV interativa veloz e mais aplicações de voz.
Hoje, mesmo com as redes 3G, não se tem IP ponto-a-ponto para voz. Em aplicações de VoIP, ainda há um delay, que com o LTE ficaria imperceptível. Além disso, haverá a implementação de aplicações de games avançados, vídeo chamadas em grupo, ou seja, tudo que demanda muita banda.
A expectativa é de que o 4G, com LTE, trará mais banda e um tempo muito menor de resposta de latência da rede.
Na escala evolutiva, o LTE viria a ser adotado depois de toda a família HSPA, que já vem substituindo a tecnologia WCDMA inclusive no Brasil. Aqui, algumas operadoras já adotam tanto o WCDMA quanto o HSDPA, com incremento na velocidade do download, com picos de até 14.4 Mbps.
Há operadoras no Brasil, no entanto, dispostas a adotar, no curto prazo, a evolução HSUPA (com incremento no upload, com picos de até 5.7 Mbps). O próximo passo, será a adoção do HSPA (chamado de Plus ou Evolved), cujo mais recente release (lançamento) é o HSPA Plus 9.
No momento, já há operadoras, como a Telstra, na Austrália, testando aplicações comerciais do Release 7 do HSPA, com ganhos de velocidade na ordem de 1.8 vezes, quase o dobro da capacidade.
Na Europa, o primeiro teste comercial do HSPA 7 ocorreu no 1º semestre deste ano. A expectativa é que ainda em 2009 algumas operadoras no Brasil deem partida no processo de migração para o HSPA 7.
Enquanto isso, a padronização do release 8 da tecnologia, com aumento de velocidade, está sendo fechada no 3GPP (3rd Generation Partnership Project), com expectativa de conclusão dos trabalhos nos próximos meses.
O lançamento comercial da evolução está previsto para o início de 2010.
Depois, chegará o release 9, com o dobro de velocidade no downlink e no uplink, já que a tecnologia usa dois canais de frequência.
Na Europa, Japão, Coréia e Estados Unidos, a adoção da tecnologia LTE já faz parte dos pacotes de algumas operadoras.
O LTE atua em outra base e trabalha em outras faixas de frequências, que são novas. Espera-se, para o fim de 2010, a padronização das tecnologias de 4G, e para 2011 o reconhecimento destas.
Além da TelioSonera, na Suécia, nos EUA a AT&T já trabalha com testes de LTE em laboratório, na faixa de frequência de 700 MHz.
Já na Europa, a faixa escolhida foi a 2.6GHz. Lá, o lançamento comercial das redes LTE será em 2010.
No Japão, a operadora NTT DoCoMo, em parceria com a Ericsson, anunciou uma rede LTE em fase pré-comercial com velocidades de até 200 Mbps. Enquanto isso, a Qualcomm anunciou o lançamento de um chipset LTE para o segundo semestre deste ano.
No Brasil, o processo pode atrasar, porque é necessário o reconhecimento de faixas de frequência para tal aplicação. Em princípio, a banda escolhida será a mesma da Europa (2.6 GHz). A Anatel precisa, desde já, reservar a faixa de frequências, que vem sendo usada pelo MMDS (Serviço de Distribuição Multiponto Multicanal) das TVs por assinatura.
No curto prazo as operadoras brasileiras não terão interesse e condições financeiras de implementar a 4G no Brasil. Até hoje, a Claro foi a única que pagou pelas licenças adquiridas no leilão das frequências 3G.
Nos próximos anos, as operadoras não teriam condições de arcar com investimentos em redes novas. Mas até 2012 elas precisarão se mexer.
A Anatel disse que só se pronuncia a respeito de tecnologias depois de padronizadas. Para tanto, são feitas inúmeras consultas públicas.
No entanto, a agência já se mobiliza e convoca reuniões para que as discussões tenham início. As discussões levam tempo. Foi assim com o 3G e por isso o leilão das frequências atrasou. Mas ainda há um tempo de maturidade para o 3G.

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